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PARTE I / PARTE II

“O castigo é terrível para os rebeldes, mas o gosto da vitória é tão doce, que valeria a pena sofrer as consequências só para obter a sua alma.”

A frase entrou nos ouvidos de (S/N) e a fizera se apavorar ainda mais. Sua cabeça latejava, não conseguia pensar em uma forma mais simples de sair dali.

- Me solta! – a garota tentava chutar aquele homem enquanto se debatia em seus braços.

Mas de nada adiantaria. Ele a carregava para o quarto que um dia fora de seus pais. Queria cumprir seu dever juntamente com o sentimento de vingança tomando conta de seus pensamentos. Por mais que já tivesse eliminado as pessoas que o atrapalhavam, ele ainda queria mais. Queria sair vitorioso, e queria ser o único.

- Você é minha. – sussurrava frequentemente, passo após passo.

E quando, enfim, os dois chegaram no quarto, ela sendo arrastada por ele, e adentraram a porta grande e pesada de madeira, que logo foi trancada, o demônio a jogou na cama furiosamente.

- O que pensa que vai fazer? Não pode tocar em mim. – outra vez a moça tentou impedi-lo.

- Eu posso sim. Eu posso tudo! – sua gargalhada ecoou pelo quarto, terrivelmente mirabolante.

(S/N) apenas ficou quieta. Não sabia o que fazer. O pastor estava em viagem, não poderia ajudá-la nesse momento.

- (S/N), você sempre gostou da minha companhia, e sabe perfeitamente disso. Por que se fazer de tão difícil justamente agora? – enquanto dizia, ia se aproximando da moça – Lembra de todos aqueles dias que fugia para ficar comigo? Me pedia beijos e carícias… E eu sempre atendia aos seus pedidos. Agora é a sua vez.

Como em um filme, ela viu aquelas malditas cenas em sua mente. As mesmas que ela jamais esquecera, e que sempre fez questão de lembrar.

 

Flash back on…

 

- Hey, Zayn. Posso te fazer uma pergunta? – disse a garota, com vergonha por estar se sentindo dessa forma. Por ter apenas 10 anos e pensar em coisas que meninas de sua idade nem sequer imaginariam.

Zayn, seu amigo desde que ela completara seus 6 anos, assentiu, fazendo com que (S/N) continuasse.

- Já sentiu vontade de ficar o tempo todo ao lado de alguém?

Seu rosto, que antes demonstrava uma expressão séria e pensativa, mostrou um belo sorriso, tal como a quem ele pertencia.

- Eu quero estar perto de você. Isso basta? – sorriu novamente, olhando admirado para a garota que estava deitada ao seu lado, ambos naquela grama verde e gostosa, que tempos depois se tornaria nada mais do que pedaços de capim escuros e sem vida.

- Também quero estar perto de você. Mas…

Ele a interrompeu, se virando de frente para ela, e acariciando sua bochecha disse:

- Sua mãe não precisa saber.

 

Flash back off.

 

- Zayn. – repetiu aquele nome como se agora lembrasse mais do que nunca o que já havia feito com ele.

- Agora se lembra, não é mesmo? Agora sabe que seu destino é ao meu lado, como me prometeu naquela época.

(S/N) podia recordar daqueles momentos, mas isso não era suficiente para entregar sua alma a um ser que a enganara a vida toda. O demônio, cujo nome que falara em sua infância era Zayn, tinha esse objetivo desde que pôs os olhos nela pela primeira vez.

- Não pode tocar em mim. – sussurrou, mais para si mesma do que para ele.

- Sua alma é suja. Eu sei exatamente o quanto você violou as regras. Cometeu pecados nos quais eu sempre estive presente. Você não pode negar, eu sei de tudo.

Permanecia deitada na cama, sem se mover, apenas o encarando fixamente. O medo foi aumentando conforme ele ia se aproximando, até vê-lo a centímetros de distância, com as mãos apoiadas na cama e o corpo praticamente deitado sobre o seu. Ambos os olhares se encontraram, e isso foi suficiente para cessar qualquer tipo de sentimento que ela estava tendo naquele momento. E então veio as lembranças, a saudade que sentira quando fora proibida de encontrá-lo, o desejo de poder tocar em sua pele macia novamente, e a necessidade de tê-lo consigo.

Zayn aproximou os lábios dos da garota, sussurrando extremamente próximo antes de selá-los com um beijo.

- Você é minha. – e então a beijou.

(S/N), por mais que tentara resistir, no final acabou se entregando, o ódio que sentia, o medo, a repulsa, sumiram. Era como se tivesse recomeçado do zero.

As mãos dele acariciavam sua pele, mas isso não o impedia de ser bruto. E no final daquela noite, (S/N) só teria certeza de uma coisa. Ela havia fracassado.

Ouviu o barulho do relógio. Sabia que nesse exato momento ele havia marcado 03h00min. Seu corpo se arrepiou e então começou a ficar tonta. Não sentia mais a presença do demônio, era apenas ela.

A escuridão havia tomado conta do quarto. Ela tentou se levantar, mas era como se não tivesse mais controle sobre seu corpo. Apenas sentia um vento forte percorrer pelo ambiente, enquanto flashes de luzes vermelhas permitiam que ela visse o que estava acontecendo.

Era Zayn, ele estava diferente. Seus olhos estavam completamente negros, a expressão em seu rosto era de dor. Ele se contorcia enquanto tentava se soltar de algo que ela não poderia ver, mas que para ele, era como se correntes estivessem o prendendo, tão forte a ponto de cortar sua pele. Seu corpo, tão lindo e tão quente, estava sem nada para o cobrir, somente o suor que escorria por sua pele macia. O coração da garota começou a acelerar, estava nervosa, angustiada. Sentiu vontade de gritar quando ouviu a voz do demônio suplicar por um fim àquele horror, gritando e se contorcendo de dor. Seu corpo começou a liberar algum tipo de fumaça cinza, e sua pele estava fervendo. E quando uma sombra escura o cobriu, impedindo-a totalmente de vê-lo, ele sumiu.

(S/N) permaneceu deitada na cama, imóvel, completamente sem roupa. Continuava assustada, sem entender absolutamente nada. Assim que conseguiu mexer os dedos, agarrou o lençol fino e claro da cama que um dia foi de seus pais, e tentou estabilizar sua respiração. Estava assustada, com medo de que algo lhe acontecesse. Como acontecera com Zayn.

Se levantou vagarosamente, cobrindo o corpo com o mesmo lençol, e procurou pelo quarto algum sinal de que ele realmente esteve lá, de que tudo aquilo não tinha sido só um pesadelo. E só então ela percebeu o que tinha acontecido diante de seus olhos. Ele havia quebrado uma regra, e sabia que pagaria por isso.

O demônio seria castigado. Mas (S/N) sabia que esse não tinha sido o fim. Ele ainda voltaria. E ela temia por isso.

 

15 ANOS DEPOIS…

 

- Anabelle, o que você está fazendo? – a menina gargalhava enquanto falava sozinha, em frente há uma árvore. Parou assim que sua mãe a repreendeu.

- Nada, mamãe. – respondeu a filha, escondendo o sorriso que há minutos não conseguia evitar.

- Cadê seu pai? Pensei que ele estivesse brincando com você.

- Ele foi se esconder, mamãe. – disse a pequena Ana, apontando para o jardim logo à frente.

(S/N) pegou a filha no colo e foi em busca do marido no jardim da casa. Há anos havia se mudado, tinha escolhido outra cidade junto com o marido, Kyle. Deixando o pastor, a mansão e todas aquelas lembranças ruins para trás. Agora vivia em um lugar calmo, bonito e agradável. Não se preocupava mais com certas coisas. Não tinha mais aquele medo que sempre a cercava na mansão. Agora ela se sentia livre.

- Ana! – Kyle, seu marido, tentou não mostrar-lhes onde estava escondido, mas sua voz chamando pela menina já havia o entregado. Estava escondido atrás de umas das árvores do jardim, rindo enquanto as duas corriam até ele.

- Te achamos, papai. – a menina voltou a sorrir. (S/N) entregou-a no colo do pai, posicionando-se ao lado dos dois enquanto voltavam para a casa.

Entre gargalhadas, eles caminhavam pelo terreno, indo em direção ao tão aconchegante lar.

Já estava escurecendo, (S/N) pegou a filha e lhe deu banho, para então levá-la para o seu quarto e colocá-la para dormir. Antes que saísse, Anabelle segurou a mão de sua mãe e sorriu para ela.

- Mamãe, posso te fazer uma pergunta? – a voz da menina soou baixa, tão doce e tão inocente.

- Claro, meu amor, quantas quiser. – sorriu logo em seguida.

- Você sente falta do seu amigo?

(S/N) sentou novamente ao lado da cama, olhando de um jeito curioso para a filha.

- O seu amigo, mamãe. Ele disse que sente sua falta. – insistiu, mostrando para a mãe uma pequena pedrinha que estava segurando.

 - Que pedra é essa? – (S/N) pegou a pedrinha cinza e lisa da mão da filha e a analisou por uns instantes, assustada ao ver aquilo. Se recordava perfeitamente da pedrinha que pertencia à sua mãe. Jamais esqueceria dela, sempre grudada no colar que a mãe usava, e que sempre desejava ter. E também jamais esqueceria que aquela pedra havia sido roubada logo após o assassinato de seus pais.

- Eu ganhei. – disse a menina.

- Ganhou? De quem? – a mãe passou a ficar ainda mais assustada, olhando para os lados e seguindo o olhar de Ana.

- Ele disse que era segredo, disse que eu sou a menininha dele, e que quando eu crescer, ele vai vir me buscar.

(S/N) se levantou da cama, os olhos arregalados e o coração acelerado.

- Quem, minha filha? – perguntou, já sabendo a resposta da garota.

- Zayn.

E, como em um filme, aquelas malditas cenas começaram a passar em sua cabeça, todo aquele momento, todo aquele trauma. Ela sabia que ele não a deixaria. Agora mais do que nunca, sabia qual tinha sido sua estratégia naquela noite em que violou as regras. Ele tinha esse plano desde o início. Além de estar atrás de (S/N), queria levar sua menininha, desde o momento em que selou o pacto que condenara a alma de (S/N), e a de sua filha.

Fonte:1d-imagines-hot
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“Com brigas, com desejos, com respeito, com amizade, com amor. Assim somos, um pouco de cada a cada dia. Ouvi dizer que o amor tem dessas coisas.”
Gramaticas.   (via garoto-de-terno)
Fonte:gramaticas
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Vômitos aculmulados

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Borboletas no estômago
Coração perfurado
Olhos cheios d’agua

Dan Maia

Fonte:cheiropoesias
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cucuqui:

soyuncacahuated1:

barquitadepapel:

DE ALGO ESTOY SEGURA, LOS MAS POBRES SON LOS MAS RICOS DE CORAZÓN 

ohhh wn qe hermoso *-*

Esta foto me llego )):

Fonte:barquitadepapel
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Eu gosto disso, você me causa sorrisos involuntários.
How long will I love you?   (via expressao)
Fonte:convalescida
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sou-inseguro:

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Fonte:verticalfood
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“A esperança é uma vadia.”
Damon Salvatore.   (via sintonizo)
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“Nunca ouvi dizer que migalhas é capaz de encher o coração de alguém.”
Thaís Ziberman.  (via sintonizo)
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“Li uma vez que você vive não sei quantas mil horas e pode resumir tudo de bom em apenas cinco minutos. O resto é apenas o dia-a-dia. Um olhar, uma lágrima que cai, um abraço… Isso é muito pouco na vida. Então, isso vale mais que tudo para mim.”
Cazuza.   (via florejaste)
Fonte:esvaido
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“Sou um ser ausente de dom. Sou insuficiente para ser alguém e estou cansada o bastante para chegar ao amanhã. A temperança não me domina, tampouco me atrai. Mas se não for pedir muito, me entregue de bandeja esse teu coração que tu tanto esconde, mas o vejo transbordar sentimentos tão aguçados, banhados de fragilidade e ternura.”
Isabeli (via descreve)
Fonte:sapatear
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